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Maio - Reunião ordinária

A Comissão Especial de Pós-Graduação (CEPG) do Programa de Pós-Graduação (PPG) em Letras reuniu-se para a Reunião Ordinária do dia vinte de maio de dois mil e quatorze, das nove as quatorze horas, na sala de aula duzentos e vinte e um, do prédio acadêmico da EFLCH, Campus provisório, Av. Monteiro Lobato, Bairro Macedo, Guarulhos – SP. A Reunião foi presidida pela Coordenadora do Programa, Professora Maria do Socorro Fernandes de Carvalho, estavam presentes os seguintes membros docentes: Renata Philippov, Sueli Salles Fidalgo, Paloma Vidal, Ligia Fonseca Ferreira, Markus Volker Lasch, Francine Fernandes Weiss Ricieri, Fernanda Miranda da Cruz, Álvaro Antônio Caretta e Paulo Eduardo Ramos, justificaram ausência os docentes Anderson Salvaterra Magalhães e Leila de Aguiar Costa. Às nove horas e trinta e cinco minutos a Professora Maria do Socorro iniciou a reunião apresentando a secretária do programa, Andreza, e informando que a Câmara de Pós-Graduação colocou três salas à disposição do PPG em Letras, as salas duzentos e quinze, duzentos e vinte e um e duzentos e vinte e quatro, que poderiam ser utilizadas no período da manhã até quatorze horas de segunda a sexta-feira. 1. Aprovação da Ata de abril: A ata da reunião anterior foi aprovada com as correções que foram solicitadas através de e-mail pela professora Renata e pelo professor Paulo, e com a solicitação da professora Sueli de mencionar que a disciplina de Metodologia seria dividida entre ela e a professora Lígia. 2 - Proposta de minicurso de 12 h/aula em regime intensivo a ser ministrado pelo prof. Marcello Moreira em outubro de 2014. O conteúdo seria acerca da “poesia de Gregório de Matos e questões formais da manuscritura no Brasil do século XVII”: Markus sugeriu que fizesse parte do SELL. Maria informou que seriam três dias de aula com quatro h/a a cada dia totalizando doze h/a, também se responsabilizou pela organização do evento. Renata sugeriu que solicitassem ajuda ao conselho do Departamento caso necessitassem de alguma verba. Todos aprovaram a aplicação do mini-curso e decidiram levar ao departamento para que pudessem vincular a atividade de pós à graduação. 3 - Proposta de UC regular a ser ministrada pelo prof. João Adolfo Hansen no segundo semestre de 2014 no programa de pós de História. O conteúdo será em torno de "modelos culturais" e "representações", tomando as questões da retórica, por exemplo, como um dos importantes modelos culturais que incidem sobre os jogos de representação”: Maria falou que a idéia era realizar uma unidade curricular interdisciplinar entre Letras e História com o professor Hansen era para poder vincular a titularidade do docente ao programa de Letras, informou que a professora Maria Rita teria concordado, contanto que as vagas fossem prioritariamente para alunos de história. Lígia falou que se o docente se credenciasse nos dois programas as vagas deveriam ser divididas. Paloma disse que seria necessário que tivessem mais dados, como os dias em que ocorreria, quantidade de alunos entre outras coisas. Maria falou que iria verificar maiores detalhes. 4. Retomada do item "relação acadêmica e administrativa da pós com a graduação": Houve a manifestação da preocupação com a sobrecarga de docentes que fossem atuar na pós e na graduação, sugeriram fazer um rodízio, de forma a não penalizar o docente que optou por dar aulas na pós. Sueli sugeriu que algumas eletivas fossem ofertadas simultaneamente para a graduação e para a pós. Markus disse que achava interessante ter integração entre a graduação e a pós, mas a UC de pós deveria ser de pós, no máximo um discente da graduação fazer uma UC na pós, mas nunca o contrário. Maria falou que fariam o planejamento do primeiro semestre de dois mil e quinze com os docentes que já estão no programa e deixariam para fazer o segundo semestre com os novos docentes credenciados. 4b. Notícias sobre o processo de seleção: O processo seletivo teve quarenta e quatro inscritos, sendo vinte e cinco de línguas e dezenove de literatura; trinta foram aprovados e 14 reprovados. 5. Avaliação do processo : sugeriram que não divulgassem os reprovados de cada fase, somente os aprovados; questionaram a homologação no processo seletivo de candidatos, três alunos de graduação da Unifesp, que entraram com recurso por não possuírem toda a documentação necessária, mesmo após decisão da CEPG de indeferir tais inscrições. Francine pediu que constasse em ata que foi pressionada para emitir um documento que atestasse que estes discentes se formariam, mas que a coordenação não emitia tal documento atestando uma conclusão que ainda não existia, este documento não era legal e não seria feito, não havia autonomia jurídica para tal, aquilo era favorecimento e deveriam caminhar em sentido contrário, sobretudo para os da casa. Maria e Sueli explicaram que os alunos entraram com recurso e que as instâncias administrativas da Unifesp que foram consultadas a este respeito concluíram que houve um erro na redação do edital, que a CEPG poderia indeferir as inscrições mesmo assim, mas recomendaram a homologação, pois havia margem clara para processo e o programa seria processado, então decidiram homologar, para evitar o processo. Todos manifestaram imensa insatisfação com o ocorrido e a necessidade de que o próximo edital fosse feito de forma a evitar tal situação. Álvaro questionou porque a avaliação dos processos foi feita antes do teste de proficiência. Markus falou que foi decidido assim porque acharam que neste momento seria o mais adequado pela demanda que tinham, mas que poderia ser revisto. Paulo falou que deveriam terminar esta avaliação e rever o processo todo, e que os critérios de correção de prova deveriam ser discutidos ainda para este processo, que critérios de avaliação e de aplicação da prova final não estavam claros, da forma que a média ficaria abaixo para os candidatos. Renata falou que participou da decisão sobre os critérios e depois percebeu que não funcionaria, pois ficou muito confuso. Houve várias sugestões para alteração do processo e Maria propôs um GT para discutir a avaliação e todos concordaram. 7 – Aproveitamento de proficiência realizada em outros programas: todos foram consultados se utilizaria o resultado do teste de proficiência de alunos que já haviam realizado em outros programas da Unifesp e decidiram que não seria aceito, o aluno não poderia solicitar aproveitamento da proficiência. 6 – Comunicados da coordenação: Maria comunicou que pretendia sair da coordenação do programa e que a professora Sueli ficaria temporariamente ocupando o cargo de coordenadora, e posteriormente seria chamada nova eleição para coordenação, falou que não sentia que tinha o perfil adequado para ocupar o cargo e que sua saída não prejudicaria o programa, pois já havia se informado. Após muitos protestos por parte dos docentes presentes, todos afirmando que os processos haviam sido encaminhados da melhor forma possível e pedidos para que a professora Maria aguardasse ao menos o término deste processo seletivo, ela concordou em permanecer até agosto, sendo que novas eleições seriam chamadas em julho. A reunião foi encerrada às 12:30.

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